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Pentágono acelera produção de mísseis para tempos de guerra

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O Departamento de Guerra dos EUA anunciou nesta quarta-feira (25) um acordo com a empresa Lockheed Martin para acelerar a produção do míssil de ataque de precisão (PrSM), adaptando os ritmos industriais a tempos de guerra para que os combatentes americanos “superem qualquer adversário potencial”.

O acordo responde ao mandato do secretário de Guerra, Pete Hegseth, conforme informado pela pasta, de reforçar a base industrial de defesa e avançar na construção do chamado Arsenal da Liberdade, uma iniciativa voltada para aumentar a capacidade de resposta militar do país.

“Por meio deste acordo, estamos construindo ativamente o Arsenal da Liberdade com rapidez e urgência”, declarou Michael Duffey, subsecretário de Guerra para Aquisições e Sustentação.

Duffey acrescentou que, “ao capacitar a indústria para investir na produção”, estão criando “uma vantagem decisiva e duradoura” para que os combatentes americanos “superem qualquer adversário potencial”.

Para isso, a Lockheed Martin investirá em ferramentas avançadas, na modernização de instalações e em equipamentos de teste necessários para reduzir os prazos de produção, com o que o Departamento garante que estes mísseis possam ser entregues às forças armadas “com maior rapidez e eficiência do que nunca”.

Este acordo também prevê a possibilidade de negociar um contrato plurianual de até sete anos, caso o Congresso o autorize no futuro, afirmou a pasta.

O Departamento de Guerra ressaltou que, ao forjar alianças com líderes da indústria, o Arsenal da Liberdade e a base industrial continuarão “sendo sólidos, receptivos e capazes de oferecer a velocidade, a escala e a resiliência necessárias para dissuadir a agressão” e assegurar que os EUA e seus aliados estejam “preparados para prevalecer em qualquer conflito”.

A iniciativa faz parte da Estratégia de Transformação de Aquisições do Pentágono e dos trabalhos do Conselho de Aceleração de Munições, em coordenação com o Exército e outros órgãos, incluindo a Unidade de Defesa Econômica.

Este acordo ocorre em um momento de intensificação do uso e desenvolvimento deste tipo de armamento por parte de Washington.

No início de março, o Comando Central dos EUA (Centcom) informou sobre a estreia “histórica” dos PrSM em combate durante a Operação “Fúria Épica” na guerra contra o Irã, onde foram empregados como mísseis de longo alcance.

O Exército americano já havia apresentado, em abril de 2025, os primeiros testes desta nova geração de mísseis de precisão, projetados para substituir o Sistema Tático de Mísseis do Exército (ATACMS) com maior alcance e letalidade.

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