Em nota, a Abear ponderou que o reajuste do QAV foi “o terceiro desde o início dos conflitos no Oriente Médio”, em referência à guerra que tem elevado de forma contínua preço de barril de petróleo. A região onde ocorre os conflitos é grande produtora da commodity.
A Abear, no informe, comentou também que o reajuste feito pela Petrobras no QAV “eleva em 100% o maior item de custo do transporte aéreo, com impactos gravíssimos na conectividade do país”, salientou no comunicado.
“Com quase a totalidade do QAV produzido internamente pela Petrobras, o Brasil reúne as condições para diminuir as consequências dos choques externos para a população”, finalizou a Abear.
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