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Marcopolo lucra R$ 266,1 milhões no 1º tri, alta de 10% | Empresas

A Marcopolo registrou um lucro líquido de R$ 266,1 milhões no primeiro trimestre de 2026, representando uma melhora anual de 10%. No mesmo período, as receitas da companhia recuaram 1,3%, para R$ 1,65 bilhão.

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As receitas da Marcopolo no Brasil recuaram 3,5% em um ano e atingiram R$ 899,7 milhões no trimestre. As receitas de exportação do Brasil recuaram 9%, para R$ 159,3 milhões. Por outro lado, as receitas no exterior avançaram 4,6%, totalizando R$ 596,2 milhões.

De acordo com a companhia, a redução de 1,3% da receita líquida é explicada pela queda no volume de unidades faturadas no mercado brasileiro e nas exportações a partir do Brasil, bem como pelo desempenho da controlada mexicana Polomex.

“A formação do mix de vendas no Brasil, com produtos de maior valor agregado, e a boa performance da operação australiana Volgren contribuíram para compensar parcialmente a queda dos volumes”, comenta a Marcopolo, em comunicado que acompanhou o balanço.

Apesar do menor faturamento, o resultado final da companhia foi beneficiado por menores despesas operacionais, que recuaram 30,4%, para R$ 111,7 milhões, e menor imposto de renda e contribuição social sobre o lucro, que saiu de R$ 90 milhões pagos há um ano, para R$ 66,7 milhões em tributos no primeiro trimestre de 2026.

No trimestre, a produção brasileira de carrocerias para ônibus atingiu 6.196 unidades, redução de 2,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025. A participação de mercado da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias foi de 43,5% no último trimestre, contra 45,5% no primeiro trimestre de 2025.

O lucro antes e juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 304,8 milhões no trimestre encerrado em março, equivalente a uma melhora anual de 16,3%. O resultado financeiro líquido ficou positivo em R$ 69,6 milhões, queda de 36,4% em um ano.

Ao final de março, o endividamento líquido da companhia era de R$ 1,55 bilhão, acima da dívida de R$ 1,48 bilhão do final de dezembro de 2025. Em 31 de março, o endividamento financeiro líquido do segmento industrial representava 0,2 vez o Ebitda dos últimos 12 meses.

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