A Polícia Federal (PF) determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de policial federal. O descumprimento injustificado pode acarretar em providências administrativas e disciplinares. A decisão consta de ato declaratório da PF, publicado nesta sexta-feira (2) no Diário Oficial da União.
Assinado pelo diretor de gestão de pessoas da PF substituto, Licinio Nunes de Moraes Netto, o ato declara a cessação do afastamento para exercício de mandato eletivo a partir de 19 de dezembro de 2025, e estabelece o retorno imediato ao exercício do cargo efetivo em sua lotação de origem é “para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação funcional”. “A ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”, informa o ato declaratório.
Eduardo está morando desde o fim de fevereiro nos Estados Unidos e articulou junto ao governo americano do presidente Donald Trump as sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes.
Em novembro, a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, tornar Eduardo réu pelo crime de coação no curso do processo. O parlamentar teria atuado para intimidar autoridades que investigam, processam e julgam seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na ação da trama golpista.
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